Obras da rede de esgoto em Tijucas do Sul já alcançam 60% da primeira etapa de 2026

Postado por [email protected] em 15/jun/2026 -

Com 17 quilômetros implantados, obras seguem para regiões mais profundas e reforçam cuidados com segurança dos moradores

As obras de implantação da rede de esgoto em Tijucas do Sul avançam para uma nova fase. Com os primeiros 17 quilômetros de tubulação já instalados, o município alcançou cerca de 60% da primeira etapa do projeto, que levará rede coletora de esgoto pela primeira vez na história para a cidade. Em junho, as obras seguem para o Centro e Vilas Cubas.

Com a conclusão dos nove quilômetros restantes, prevista para setembro, Tijucas do Sul alcançará 40% de cobertura de rede de esgoto, permitindo que mais de 1.500 famílias e comércios se conectem ao sistema. A meta é atingir 90% de cobertura até 2033.

Nestes próximos bairros, a implementação exigirá maior complexidade operacional devido à profundidade das escavações, razão pela qual é necessário manter atenção redobrada à sinalização do local das obras. Em paralelo ao avanço da rede, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já está na fase das fundações e a construção das Estações Elevatórias de Esgoto tem previsão de início na segunda quinzena de junho.

As obras são realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de Tijucas e outras 51 cidades paranaenses, em parceria com a Sanepar.

“Grande parte desta obra está sendo executada por meio do Método Não Destrutivo (MND), que reduz impactos urbanos. Porém, em alguns trechos encontramos solos mais firmes e presença de rochas, o que exige escavações convencionais. Nos pontos mais profundos, essa possibilidade aumenta, e por isso teremos operações mais complexas e cuidados redobrados”, afirma Daline da Silva Mendes, supervisora de Engenharia da Ambiental Paraná.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Sabáudia e Santa Amélia terão 90% de cobertura de esgoto até 2033

Postado por [email protected] em 15/jun/2026 -

Investimentos da Sanepar em parceria com a Ambiental Paraná incluem implantação de redes coletoras, estações elevatórias e novas Estações de Tratamento de Esgoto nos dois municípios

As cidades de Sabáudia e Santa Amélia, localizadas no Norte do Paraná, receberão investimentos para a ampliação dos sistemas de esgotamento sanitário, alcançando 90% de cobertura até 2033. Ao todo, serão implantados mais de 76 quilômetros de rede coletora em Sabáudia e 23 quilômetros em Santa Amélia. Além das redes, também serão construídas estruturas essenciais para o funcionamento completo dos sistemas, como estações elevatórias, linhas de recalque e estações de tratamento de esgoto.

As obras serão executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário das duas cidades e de outros 50 municípios paranaenses, em parceria com a Sanepar. Os investimentos fazem parte do plano de aproximadamente R$ 2 bilhões que será aplicado nos 52 municípios atendidos.

Sabáudia – As obras acontecerão em duas etapas. Na primeira, a cidade alcançará 70% de cobertura até 2027. Na segunda, alcançará a meta de 90% até 2033. O projeto contempla cerca de 76 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de três mil famílias e comércios.

Para garantir o funcionamento completo do sistema, também serão implementadas quatro estações elevatórias de esgoto (estruturas responsáveis por bombear o esgoto em locais onde o terreno apresenta desníveis), 4,3 quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado pelas elevatórias) e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

Santa Amélia – As obras permitirão que o município alcance 90% de cobertura de esgotamento sanitário até 2027. Para atingir essa meta, serão implantados cerca de 23 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de mil famílias e comércios.

O projeto também contempla a construção de duas estações elevatórias de esgoto (responsáveis por impulsionar o esgoto em trechos com desnível), dois quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado), 2,5 quilômetros de interceptores (grandes tubulações que recebem o esgoto de redes menores e o conduzem até o tratamento) e uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a companhia foi pioneira ao adotar o modelo de parceria público-privada para acelerar a universalização do saneamento no Paraná. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos municípios em que atua. Com esta parceria, o Paraná tem todas as condições para se tornar o primeiro estado do Brasil a universalizar também o acesso ao esgotamento sanitário”, afirma.

Para a diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, os investimentos representam mais qualidade de vida, saúde e desenvolvimento para os moradores. “A ampliação dos sistemas de esgoto em Santa Amélia e Sabáudia representa um avanço importante para o desenvolvimento sustentável dos municípios, contribuindo diretamente para a preservação ambiental, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.  Estamos preparados para conduzir esse processo com responsabilidade e eficiência. Contamos com o engajamento da população para realizar as ligações à rede, uma responsabilidade compartilhada que fortalece a saúde pública e o cuidado com o meio ambiente”, destaca.

Ações Sociais

Além das obras de infraestrutura, a Ambiental Paraná desenvolverá ações sociais e programas de educação ambiental nos dois municípios. Entre eles está o programa De Olho no Óleo, que orienta a população sobre o descarte correto do óleo de cozinha usado e sua transformação em sabão, promovendo consciência ambiental e geração de renda.

Também serão oferecidos cursos de capacitação para encanadores, preparando moradores para atuar na realização de interligações prediais à rede coletora e em pequenos serviços do setor.

As equipes da concessionária ainda promoverão ações porta a porta para conscientizar a população sobre a importância da conexão dos imóveis à rede de esgoto, além da formação de agentes socioambientais para multiplicação de informações relacionadas à saúde pública, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

As iniciativas buscam aproximar a comunidade dos benefícios proporcionados pelo saneamento básico, incluindo a redução de doenças, a valorização imobiliária, a preservação dos recursos hídricos e o fortalecimento do desenvolvimento econômico local.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Descarte incorreto de resíduos pressiona sistema de esgoto em cidades do Paraná

Postado por [email protected] em 15/maio/2026 -

Ambiental Paraná retirou 91 toneladas de materiais indevidos das estações de tratamento de esgoto em apenas quatro meses

Nos primeiros quatro meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 18 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes. Um recorte que ajuda a dimensionar o desafio que a sociedade brasileira ainda tem sobre a importância do tratamento do esgoto na vida de todo o cidadão. 

Nas estações, foram encontrados materiais como plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.

Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo – inclusive para dentro das próprias residências –, aumento dos custos operacionais e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.

O levantamento foi realizado pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 municípios paranaenses por meio de uma Parceria Público-Privada com a Sanepar. Os números entram em evidência na semana em que é celebrado, em 17 de maio, o Dia Mundial da Reciclagem.

“Se por um lado temos um avanço do tratamento de esgoto em todo o país com a chegada do Marco Legal do Saneamento, por outro temos o desafio de sensibilizar as pessoas com acesso às conexões de que o resultado deste projeto só se consolidará se toda a cadeia for completa, pois estamos diante de responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas parceiras e a população, onde todos exercem um papel fundamental para que o saneamento seja uma realidade funcional na vida de todos”,  analisa Cleverson França, responsável pela área de responsabilidade social da Ambiental Paraná.

Para o executivo,  grande parte dos resíduos encontrados nas estações poderia ter recebido a destinação correta sem passar pela rede de esgoto. “Quando esses materiais são descartados de forma inadequada, eles acabam prejudicando e sobrecarregando toda a operação do sistema, desde a coleta até o tratamento”, explica.

No levantamento realizado pela Ambiental Paraná, itens como plástico, óleo de cozinha, tecidos, cabelo, fio dental, absorventes e lenços umedecidos estão entre os materiais mais encontrados nas unidades. Embora sejam itens pequenos, o acúmulo gera toneladas de resíduos mensalmente.

“É importante reforçar que a rede foi projetada exclusivamente para receber esgoto. Resíduos sólidos precisam ser destinados corretamente, seja para reciclagem, coleta convencional ou pontos específicos de descarte”, completa Cleverson.

A Ambiental Paraná reforça que atitudes simples da população podem contribuir diretamente para a preservação ambiental e para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário. Materiais recicláveis, por exemplo, devem ser separados para a coleta seletiva, enquanto óleo de cozinha, medicamentos e resíduos específicos precisam ser encaminhados para locais apropriados de descarte.

Cinco atitudes que as pessoas devem exercitar e assim contribuir com o tratamento do esgoto que passa por sua residência:

  1. Descartar corretamente resíduos recicláveis
    Plásticos, embalagens, papéis e outros recicláveis devem ser encaminhados para a coleta seletiva, e não para o vaso sanitário ou ralos.
  2. Usar a rede de esgoto apenas para esgoto doméstico
    A tubulação foi projetada exclusivamente para receber água utilizada em banheiros, cozinhas e lavanderias.
  3. Separar resíduos especiais para descarte adequado
    Óleo de cozinha, medicamentos e resíduos químicos precisam ser levados a pontos específicos de coleta.
  4. Conscientizar familiares e vizinhos sobre o uso correto da rede
    O funcionamento do sistema também depende da colaboração coletiva entre população, empresas e poder público.
  5. Apoiar iniciativas de saneamento e preservação ambiental
    Pequenas atitudes diárias ajudam o Brasil a avançar rumo à meta de atender 90% da população com esgotamento sanitário até 2033.

Cinco pontos os quais as pessoas jamais devem fazer frente ao esgoto tratado que é ligado à sua residência:

  1. Nunca jogar lixo no vaso sanitário
    Lenços umedecidos, cotonetes, absorventes, fios dentais, cabelo e panos causam entupimentos e danos ao sistema.
  2. Nunca descartar óleo de cozinha na pia
    O óleo endurece nas tubulações, provoca bloqueios e aumenta os custos de manutenção.
  3. Nunca usar a rede de esgoto como lixeira
    Plásticos, embalagens e tecidos comprometem o tratamento do esgoto e prejudicam toda a operação.
  4. Nunca despejar resíduos que possam contaminar o meio ambiente
    Produtos químicos e resíduos inadequados aumentam os riscos ambientais e operacionais.
  5. Nunca ignorar os impactos do descarte incorreto
    O mau uso da rede pode causar extravasamentos, retorno de esgoto para residências e prejuízos para toda a cidade.

Esgoto chega ao município de Tijucas do Sul

Postado por [email protected] em 28/abr/2026 -

Obras de implantação da rede coletora já começaram e, junto a ela, também serão construídas todas as estruturas necessárias para operação completa do sistema, que é inédito na cidade.

O município de Tijucas do Sul está recebendo um marco histórico em seu desenvolvimento: a chegada da rede de esgoto. A cidade, que não possuía rede, receberá, somente neste ano, mais de 26 quilômetros de tubulação, permitindo que mais de 1.500 famílias e comércios se conectem ao sistema. Isso representa 40% de cobertura no município. A meta é chegar a 90% até 2033.

As obras acontecerão em três etapas. A primeira, em 2026, contempla bairros como Bosque da Saúde, Bosque das Oliveiras, Vila Cubas e Centro. A segunda, prevista para 2030, chegará a 60%; enquanto a terceira, realizada em 2033, concluirá a meta estabelecida.

Neste ano, além da tubulação, serão instalados outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, entre eles estão:

  • Uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade de 10 litros de por segundo.
  • Três estações elevatórias de esgoto – sistema que impulsiona o resíduo para as Estações de Tratamento, superando os desníveis no terreno.
  • Mais de 1 quilometro de linha de recalque – tubulação que transporta o esgoto sob pressão, bombeado de um ponto mais baixo para outro mais alto ou distante dentro do sistema de saneamento.
  • 2 km de emissário da ETE – tubulação que leva o esgoto já tratado da estação até o ponto de lançamento no Rio da Palha, onde é devolvido com segurança ao meio ambiente.

As obras serão realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de 52 cidades no Paraná, em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Estas obras integram o plano de investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos no Estado. Em janeiro de 2024, a empresa passou a operar os serviços de coleta e tratamento de esgoto de 16 municípios da região Centro-Litoral do estado, incluindo Tijucas do Sul, e, desde 2025, de outras 36 cidades paranaenses.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.

Para Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná, a novidade representa um marco na história do município. “Ficamos extremamente felizes em levar a rede de esgoto para Tijucas do Sul, promovendo a saúde pública, educação e qualidade de vida para a população. Nosso compromisso é executar as obras com responsabilidade, transparência e excelência. Pedimos a compreensão dos moradores quanto aos transtornos temporários, pois os benefícios serão permanentes”, afirma.

Ações Sociais

Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá na cidade duas ações sociais e programas de educação ambiental como o De Olho no Óleo, que ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e o Curso de Preparação de Encanadores, que capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.

Também serão realizadas ações ambientais, como o Porta a Porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto.

Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Palmital conclui ampliação da rede de esgoto no Parque Junior

Postado por [email protected] em 19/mar/2026 -

Moradores da região leste da cidade já podem realizar a ligação à rede, que substitui fossas e traz benefícios para a saúde e qualidade de vida.

As obras de ampliação da rede de esgoto na região leste de Palmital foram concluídas. Ao todo, mais de 20 famílias passaram a contar com o serviço nas ruas Bento Munhoz da Rocha, Presidente Getúlio Vargas, Parigot de Souza e Presidente Juscelino Kubitschek.
Com a rede disponível, moradores e comerciantes já podem realizar a ligação de seus imóveis ao sistema. Para isso, basta contratar um encanador ou, caso tenham conhecimento técnico, realizar a conexão diretamente ao Dispositivo Tubular de Inspeção (DTI) instalado nas ruas.
João M. de Lima, 73 anos, aposentado e morador da Rua Bento Munhoz da Rocha, já conectou sua residência à nova rede e afirma que a mudança foi perceptível no dia a dia. “Antes era muito precário. Tinha fossa e, quando enchia, precisava chamar um caminhão para esgotar, que tinha um custo alto. Agora melhorou bastante, principalmente o mau cheiro que vinha para dentro de casa. Depois da ligação, isso praticamente acabou. Também diminuiu a quantidade de insetos. Aconselho os moradores a ligarem suas casas, porque isso vai melhorar a saúde de todos”, comemora.
As obras foram executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário da cidade e de outros 51 municípios do estado, por meio de Parceria Público-Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Para Anne dos Santos Correia, coordenadora de Serviços da Ambiental Paraná, a cidade está avançando rumo ao marco legal do saneamento. “Vamos ampliar a rede de esgoto de Palmital e abranger 90% da cidade até 2033. São passos importantes para trazer desenvolvimento, saúde e qualidade de vida para todos os moradores”, afirma.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

Rio Branco do Sul terá 90% de cobertura de esgoto até 2033

Postado por [email protected] em 04/mar/2026 -

Obras de implantação e ampliação da rede coletora começaram no ano passado e vão levar mais saúde, educação e desenvolvimento ao município

A cidade de Rio Branco do Sul está passando por uma transformação histórica na área de saneamento básico. O município não contava com rede de esgoto até 2025 e deve alcançar 90% de cobertura até 2033. A meta e o cronograma foram anunciados na última quinta-feira (26) pela Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea Saneamento, referência do setor privado de saneamento no país, em parceria com a Sanepar, maior companhia pública do setor no Brasil.
As obras serão realizadas em duas etapas. Na primeira fase, o índice de cobertura chegará a 70% até 2030. Na segunda e última etapa, alcançará a meta de 90% de em 2033.
Para atingir esse percentual, serão implantados mais de 66 quilômetros de nova rede coletora, além de outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, como:
Mais de quatro quilômetros de linha de coletores tronco/interceptor (tubulação que recebe o esgoto de redes menores e auxilia no direcionamento para a estação de tratamento);
Quase 3 quilômetros de linha de recalque, que é uma tubulação pressurizada que transporta esgoto de um ponto mais baixo para um local mais alto, utilizando bombas;
Nove estações elevatórias de esgoto (sistema que impulsiona o resíduo para as Estações de Tratamento, superando os desníveis no terreno); e
Ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade, aumentando a capacidade de vasão de 20 para 60 litros de por segundo.
As obras integram o plano de investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos na gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios do Paraná. Desde janeiro de 2024, a companhia opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em 16 municípios da região Centro-Litoral do estado, incluindo Rio Branco do Sul, e, desde 2025, em outras 36 cidades paranaenses.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.
Para Priscila Marchini Brunetta, diretora-presidente da Ambiental Paraná, a recente ampliação representa um avanço estrutural importante para o município. “Rio Branco do Sul vive um momento histórico de transformação na área de saneamento. A implantação da rede, iniciada no ano passado, e a ampliação prevista até 2033 são passos decisivos para melhorar a saúde pública, preservar o meio ambiente e impulsionar o desenvolvimento da cidade. Nosso compromisso é executar as obras com responsabilidade e contar com o engajamento da população para realizar as ligações à rede, garantindo que esse investimento se traduza em qualidade de vida para todos”, afirma.

Ações Sociais

Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá na cidade nas duas ações sociais e programas de educação ambiental como o De Olho no Óleo, que ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e Curso de Preparação de Encanadores, que capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.
Também serão realizadas ações ambientais, como o Porta a Porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto.
Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.

Sobre Ambiental Paraná

 A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.

General Carneiro e Cruz Machado terão 90% de cobertura de esgoto até 2033

Postado por [email protected] em 07/ago/2025 -

Parceria Público Privada realizará obras de ampliação da rede coletora para atender metas do Marco Legal de Saneamento.

As cidades de Cruz Machado e General Carneiro receberão obras para a ampliação de suas redes de esgoto nos próximos oito anos, chegando a 90% de cobertura até 2033. Os trabalhos serão executados pela Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea Saneamento, líder do setor privado de saneamento no país, em parceria público-privada com a Sanepar – a maior empresa pública do Brasil.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (06), durante reunião entre os gerentes da Sanepar, Simone Alvarenga e Fernando Norio, a diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, e os gestores municipais, Celio Garbin, Vice-Prefeito de General Carneiro, e Carlos Nowak, Prefeito em Cruz Machado.

As obras integram o plano de investimentos de aproximadamente R$ 2 bilhões, que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos na gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios do Paraná, em parceria com a Sanepar. Desde janeiro de 2024, a companhia opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em 16 municípios da região Centro-Litoral do estado, e desde 2025, também em outras 36 cidades paranaenses, incluindo General e Cruz Machado.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a Sanepar foi pioneira e inovou ao fazer parceria-público privada a fim de universalizar o saneamento no estado. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos 344 municípios em que atua no Paraná. E, com esta parceria, certamente vai fazer do Estado, o primeiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário,” ressalta.

Para Priscila Marchini, as duas obras são sinônimo de saúde, educação e desenvolvimento para toda a região. “Estas ampliações são um marco positivo para o desenvolvimento das cidades de General Carneiro e Cruz Machado, assim como na qualidade de vida dos moradores. A adesão à rede coletora traz impactos diretos na prevenção de doenças, preservação ambiental e educação. Estamos felizes em fazer parte dessa transformação e preparados para atender os moradores da melhor forma”, afirmou.

As obras em Cruz Machado serão realizadas em duas etapas: na primeira, o índice de cobertura da rede de esgoto saltará dos atuais 8% para 75% até 2032; e na segunda e última, alcançará a meta de 90% de abrangência em 2033.

Ampliação em Cruz Machado

As obras em Cruz Machado serão realizadas em duas etapas: na primeira, o índice de cobertura da rede de esgoto saltará dos atuais 8% para 75% até 2032; e na segunda e última, alcançará a meta de 90% de abrangência em 2033.

Para chegar nestes 90% de cobertura, serão implantados mais de 60 quilômetros de nova rede coletora, além de outros componentes essenciais para o funcionamento do sistema, como mais de quatro quilômetros de linha de coletores tronco/interceptor (tubulação que recebe o esgoto de redes menores e auxilia no direcionamento para a estação de tratamento), três estações elevatórias de esgoto (sistema que impulsiona o resíduo para as Estações de Tratamento, superando os desníveis no terreno);  546 km de linha de recalque (tubulação responsável por transportar o esgoto que sai das estações elevatórias em direção a estação de tratamento); e ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que terá capacidade de 14 litros de vazão por segundo.

As obras em General Carneiro também ocorrerão em duas etapas elevando a cobertura para 85% até 2029 e para 90% em 2033. Atualmente o município tem 50% de cobertura sanitária.

Ampliação em General Carneiro

As obras em General Carneiro também ocorrerão em duas etapas elevando a cobertura para 85% até 2029 e para 90% em 2033. Atualmente o município tem 50% de cobertura sanitária.

Quando concluídos os trabalhos, a cidade terá, aproximadamente, 30 quilômetros de nova rede coletora, outros quase quatro quilômetros de linha de coletores tronco/interceptor (tubulação que recebe o esgoto de redes menores e auxilia no direcionamento para a estação de tratamento), ampliações das elevatória de esgoto (sistema que impulsiona o resíduo para as Estações de Tratamento) e da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Torino (que passará de 15 para 20 litros de vazão por segundo).

Ações Sociais

Além da infraestrutura, a Ambiental Paraná promoverá nas duas cidades ações sociais e programas de educação ambiental como o De Olho no Óleo, que ensina a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo oportunidade de renda extra; e Curso de Preparação de Encanadores, que capacita moradores para realizar interligações de ramais prediais e atuar em pequenos negócios da área.

Também serão realizadas ações ambientais, como porta a porta, com visitas domiciliares para sensibilização dos moradores sobre a importância em realizar a conexão à rede coletora de esgoto.

Outro destaque é o curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas têm o objetivo de informar a comunidade sobre as oportunidades de crescimento que o saneamento básico proporciona à região, com impactos na qualidade de vida, a partir da redução dos gastos com saúde e a melhora no rendimento escolar, além da valorização imobiliária e da expansão econômica.

Sobre Ambiental Paraná

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo. 

Cidade de Pinhão receberá ampliação da rede de esgoto e chegará a 90% de cobertura até 2033

Postado por [email protected] em 23/jun/2025 -

Obras vão expandir com mais 57,9 quilômetros de rede de esgoto, coletores tronco, linha de recalque, estações elevatórias e ampliação da ETE Porteira

A cidade de Pinhão, no Centro-Leste do Paraná, terá 90% da população atendida com rede de esgoto tratado até 2033. Atualmente, a cobertura é de 50%. A meta é alcançar 80% até 2030 e os 90% três anos depois.

A ampliação do sistema será executada pela Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea Saneamento — líder do setor privado de saneamento no Brasil. Desde janeiro de 2024, a empresa opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em 16 municípios da região Centro-Litoral do estado e, desde 2025, também em outras 36 cidades paranaenses, incluindo Pinhão.

Obras em Pinhão

Está prevista a instalação de aproximadamente 58 quilômetros de nova rede coletora, além de outros componentes importantes para o funcionamento do sistema, como:

  • Aproximadamente 2 quilômetros de coletores tronco/interceptor que vão receber os efluentes das elevatórias de esgoto para chegada até as ETEs;

  • 5 quilômetros de linha de recalque, que transporta o esgoto por bombeamento das estações elevatórias de esgoto, superando desníveis do terreno;

  • Estações elevatórias, responsáveis por impulsionar o esgoto até o local as estações de tratamento;

  • Aumento da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Porteira, onde a vazão passará de 10 para 16 litros por segundo.

Além das obras de infraestrutura, a Ambiental Paraná também levará ao município ações sociais e programas de educação ambiental. Entre as iniciativas, estão duas capacitações gratuitas voltadas à população local. O primeiro, “De Olho no Óleo”, ensinará a transformar óleo de cozinha usado em sabão, oferecendo uma oportunidade de renda extra. Já a segundo, de Preparação de Encanadores, qualificará os moradores para fazer interligações de ramais prediais e iniciar pequenos negócios na área.

Outra frente importante será a atuação ambiental porta a porta, com abordagens domiciliares para sensibilização sobre saneamento. Também será oferecido um curso para formação de agentes socioambientais, com foco em capacitar facilitadores comunitários que atuarão como multiplicadores de informações sobre saúde, meio ambiente e saneamento básico.

Marco para Pinhão

As informações foram apresentadas pela diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, ao prefeito de Pinhão, Valdecir Biasebetti, durante reunião realizada na última semana. Também participaram do encontro representantes o Procurador do Município, Dr. Sérgio Lopes, Servidor da Secretaria de Obras e Urbanismo, César José de Mattos, e o Secretário Municipal de Finanças, Cleverson Muhlstedt dos Santos.

Para Priscila Marchini, a obra é sinônimo de saúde, educação e desenvolvimento para a cidade. “Essa ampliação é um marco positivo para a história da cidade. Dentre tantas evoluções que um município precisa passar para evoluir, o saneamento básico é um dos mais importantes deles. Estamos muito felizes em fazer parte dessa transformação e estamos preparados para atender a população”, afirmou.

As obras fazem parte de um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões, que a Ambiental Paraná realizará nos próximos anos na gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios do Paraná, em parceria com a Sanepar.

Para o prefeito de Pinhão, Valdecir Biasebetti, a ampliação é um marco na história da cidade. “A reunião foi muito produtiva e proveitosa, onde pontuamos todos os avanços que a cidade terá a partir dos próximos anos. Teremos uma ampliação significativa em dois marcos, acompanhadas de ações sociais, estamos muito felizes com essa transformação que o saneamento trará para nossa cidade”, afirma.

Sobre a Ambiental Paraná  

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.  

Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.