Postado por [email protected] em 22/jun/2026 -
Na última quinta-feira (18), alunos do 5º ano da Escola Municipal do Campo Sagrada Família em Pitanga, participaram de uma ação de educação ambiental com o plantio de 10 mudas de espécies nativas do Paraná. Entre as árvores plantadas estão a própria pitanga e a jabuticaba, ambas espécies tradicionais do Estado.
A iniciativa foi promovida pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto em Pitanga e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. A proposta foi proporcionar aos estudantes uma experiência prática sobre preservação ambiental e a importância da vegetação para a proteção dos recursos hídricos.
As árvores exercem papel importante na infiltração da água da chuva, ajudam a reduzir processos erosivos, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.
“Realizar esse plantio em uma escola é significativo porque permite que os alunos acompanhem o crescimento das árvores e compreendam, na prática, a importância da preservação ambiental. Cada muda plantada hoje representa um investimento no futuro, promovendo mais biodiversidade, qualidade ambiental e conscientização. Esperamos que essa ação inspire os estudantes e toda a comunidade a se tornarem agentes de transformação”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 18/jun/2026 -
Mais de 20 crianças e adolescentes de Tijucas do Sul participaram do plantio de mudas frutíferas, dentro da comemoração ao mês do meio ambiente, nesta quarta-feira (17). Entre as espécies plantadas estão pitanga, ingá-macaco, araçá, guabiroba e cerejeira-do-mato, árvores que fazem parte da Mata Atlântica, bioma presente na região.
A ação de educação ambiental faz parte do calendário educativo do Núcleo CEIA – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, em Tijucas do Sul, município conhecido pelas suas riquezas naturais. A atividade foi realizada com educandos dos períodos da manhã e da tarde, em uma experiência prática de conscientização e cuidado com o meio ambiente.
“A educação ambiental é extremamente importante, ainda mais com crianças e adolescentes de Tijucas do Sul, uma cidade com inúmeras riquezas naturais, riachos, mananciais e cachoeiras. Com a chegada do esgotamento sanitário na cidade, ações como essa reforçam o cuidado que devemos ter com o meio ambiente em diferentes frentes, garantindo a preservação dos recursos hídricos e o bom funcionamento da rede de esgoto. São ensinamentos que permanecem por toda a vida e podem gerar impactos positivos para a cidade por gerações”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.
A empresa é responsável pela gestão do esgoto em Tijucas do Sul e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. Mais do que o plantio, a proposta foi estimular a reflexão sobre a importância da preservação ambiental e da proteção dos recursos hídricos na cadeia de sustentabilidade.
O Paraná possui cerca de 5,8 milhões de hectares de florestas naturais, o que representa aproximadamente 29% do território paranaense. As árvores exercem papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois suas raízes evitam a erosão dos solos, filtram os poluentes, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/maio/2026 -
Ambiental Paraná retirou 91 toneladas de materiais indevidos das estações de tratamento de esgoto em apenas quatro meses
Nos primeiros quatro meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 18 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes. Um recorte que ajuda a dimensionar o desafio que a sociedade brasileira ainda tem sobre a importância do tratamento do esgoto na vida de todo o cidadão.
Nas estações, foram encontrados materiais como plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.
Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo – inclusive para dentro das próprias residências –, aumento dos custos operacionais e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.
O levantamento foi realizado pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 municípios paranaenses por meio de uma Parceria Público-Privada com a Sanepar. Os números entram em evidência na semana em que é celebrado, em 17 de maio, o Dia Mundial da Reciclagem.
“Se por um lado temos um avanço do tratamento de esgoto em todo o país com a chegada do Marco Legal do Saneamento, por outro temos o desafio de sensibilizar as pessoas com acesso às conexões de que o resultado deste projeto só se consolidará se toda a cadeia for completa, pois estamos diante de responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas parceiras e a população, onde todos exercem um papel fundamental para que o saneamento seja uma realidade funcional na vida de todos”, analisa Cleverson França, responsável pela área de responsabilidade social da Ambiental Paraná.
Para o executivo, grande parte dos resíduos encontrados nas estações poderia ter recebido a destinação correta sem passar pela rede de esgoto. “Quando esses materiais são descartados de forma inadequada, eles acabam prejudicando e sobrecarregando toda a operação do sistema, desde a coleta até o tratamento”, explica.
No levantamento realizado pela Ambiental Paraná, itens como plástico, óleo de cozinha, tecidos, cabelo, fio dental, absorventes e lenços umedecidos estão entre os materiais mais encontrados nas unidades. Embora sejam itens pequenos, o acúmulo gera toneladas de resíduos mensalmente.
“É importante reforçar que a rede foi projetada exclusivamente para receber esgoto. Resíduos sólidos precisam ser destinados corretamente, seja para reciclagem, coleta convencional ou pontos específicos de descarte”, completa Cleverson.
A Ambiental Paraná reforça que atitudes simples da população podem contribuir diretamente para a preservação ambiental e para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário. Materiais recicláveis, por exemplo, devem ser separados para a coleta seletiva, enquanto óleo de cozinha, medicamentos e resíduos específicos precisam ser encaminhados para locais apropriados de descarte.
Cinco atitudes que as pessoas devem exercitar e assim contribuir com o tratamento do esgoto que passa por sua residência:
Cinco pontos os quais as pessoas jamais devem fazer frente ao esgoto tratado que é ligado à sua residência:
Postado por [email protected] em 20/mar/2026 -
Confira o artigo da diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini
A passagem do Dia Mundial da Água convida a sociedade a refletir sobre a importância de proteger rios, lagoas e nascentes. Esse momento de atenção coletiva costuma nos lembrar da necessidade de preservar os mananciais que abastecem as cidades e sustentam a vida. Há, porém, um aspecto fundamental dessa preservação que nem sempre aparece com a mesma clareza no debate público: o tratamento do esgoto gerado diariamente nas áreas urbanas.
A água que utilizamos em casa, no trabalho ou nas atividades mais simples do cotidiano não desaparece depois do uso. Ela retorna ao ambiente. Quando esse caminho ocorre sem tratamento adequado, resíduos acabam chegando aos rios e reservatórios, comprometendo a qualidade da água e esgotando os mananciais que garantem o abastecimento das cidades.
É nesse ponto que o saneamento exerce um papel essencial. Coletar e tratar o esgoto antes que ele retorne à natureza é uma das formas mais efetivas de proteger os recursos hídricos. Cada rede implantada e cada estação de tratamento em funcionamento representa menos poluição nos rios e mais cuidado com as fontes que sustentam a vida.
Ao longo da minha trajetória no setor de saneamento, tenho acompanhado como a expansão desses serviços transforma realidades. Não se trata de instalar tubulações ou construir estruturas técnicas. Levar coleta e tratamento de esgoto a uma região significa levar saúde, dignidade e novas oportunidades de desenvolvimento. Onde o saneamento avança, os ambientes se tornam mais saudáveis e as cidades se fortalecem.
Esse resultado é construído com responsabilidade compartilhada. As administrações municipais têm papel fundamental ao organizar serviços como a coleta de resíduos e a drenagem urbana e às empresas de saneamento cabe garantir que a instalação e operação dos sistemas ocorram com eficiência e segurança.
A população também faz parte desse compromisso. Conectar os imóveis à rede disponível e utilizar o sistema de forma adequada ajuda a preservar uma infraestrutura que existe justamente para proteger a água. Pequenas atitudes cotidianas contribuem para o bom funcionamento de todo o sistema.
Preservar a água exige olhar para todo o ciclo que sustenta a vida nas cidades. Proteger os mananciais também significa garantir que aquilo que sai de nossas casas volte à natureza de forma segura. Avançar no tratamento de esgoto é uma das maneiras mais concretas de cuidar da água hoje e assegurar um futuro mais sustentável para as próximas gerações.
*Priscila Marchini é diretora presidente da Ambiental Paraná