Postado por [email protected] em 15/jul/2026 -
Seis anos atrás, uma mudança na legislação brasileira redefiniu os rumos do saneamento básico no país. Em julho de 2020, a atualização do Marco Legal do Saneamento estabeleceu metas inéditas e desafiadoras: garantir que, até 2033, 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e ao tratamento de esgoto.
Para cumprir esse objetivo, a nova legislação também mudou a forma como estados e municípios passaram a enfrentar o desafio, abrindo espaço para novos modelos de gestão, como as Parcerias Público-Privadas (PPPs), capazes de ampliar a capacidade de investimento e acelerar a execução das obras.
No Paraná, esse movimento ganhou forma com a criação da Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea responsável pelos serviços de esgotamento sanitário em 52 municípios que irá atender cerca de 800 mil pessoas por meio de uma PPP com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O estado possui cerca de 77% de cobertura de esgoto, índice que o coloca acima da média nacional, de aproximadamente 62%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A operação da Ambiental Paraná começou em janeiro de 2024 nos 16 municípios da região Centro-Litoral e foi ampliada em maio de 2025 para outros 36 municípios da região Centro-Leste. Das 52 cidades atendidas, 27 iniciaram a concessão sem sistema de coleta de esgoto. Desde então, a concessionária vem promovendo obras, investimentos e ações voltadas à ampliação da infraestrutura e à modernização dos sistemas de esgotamento sanitário.
Resultados da operação até junho de 2026
Para João M. de Lima, morador de Palmital, que recebeu a rede de esgoto pela primeira vez, a transformação já mudou a rotina da família. “Antes a gente dependia da fossa. Quando enchia, era preciso contratar um caminhão de outra cidade para fazer a limpeza. Isso era caro. Agora, graças a Deus, temos rede de esgoto em casa. A gente sabe que isso melhora a saúde, ajuda a preservar o meio ambiente e traz mais qualidade de vida. É uma mudança muito importante para a nossa comunidade”, afirma.
A transformação nas cidades vai além da implantação de novas redes coletoras. Os investimentos também contemplam a modernização de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações Elevatórias (EEEs), com implantação de sistemas de videomonitoramento, telemetria e automação, aquisição de geradores, bombas, equipamentos eletromecânicos e revitalização de unidades operacionais, aumentando a eficiência, a segurança e a confiabilidade dos serviços.
Outra mudança importante foi levar tecnologias antes presentes apenas em grandes centros para municípios de pequeno porte. Com a implantação de sistemas de monitoramento remoto, a Central de Operações da Ambiental Paraná, em Curitiba, passou a acompanhar em tempo real o funcionamento das unidades operacionais, permitindo identificar falhas antecipadamente, agilizar manutenções e aumentar a confiabilidade de todo o sistema de esgotamento sanitário.
O saneamento também ultrapassa as obras de infraestrutura. A Ambiental Paraná desenvolve iniciativas voltadas à educação ambiental, capacitação profissional, sustentabilidade e relacionamento com as comunidades onde atua.
Entre os principais programas estão:
Um dos beneficiados pelas ações de capacitação é Eleandro Rodrigues de Souza, de 41 anos, que participou do Curso de Preparação de Encanadores em Guaratuba e passou a utilizar os conhecimentos adquiridos para ampliar sua renda. “Trabalho com manutenção predial e o serviço de hidráulica acabou se tornando uma necessidade no meu dia a dia. Fazer o curso foi de grande valia, consegui esclarecer dúvidas e aprender muito. Agora, posso levar esse conhecimento para os meus clientes e executar os serviços da maneira correta, buscando sempre crescer profissionalmente”, comemora.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti, Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivaí, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 13/jul/2026 -
Muita gente sabe que jogar óleo de cozinha na pia causa inúmeros problemas para o meio ambiente e para a rede de esgoto. O que pouca gente sabe é que, no inverno, esse hábito pode causar problemas muito mais rapidamente. Com as baixas temperaturas, o óleo endurece quase imediatamente ao entrar na tubulação, formando placas de gordura próximas às residências e aumentando consideravelmente o risco de retorno de esgoto para pias, ralos e vasos sanitários.
Segundo Elaine Chagas Silva Moreira, Coordenadora da Central de Controle de Operações da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios paranaenses em Parceria Público-Privada com a Sanepar, o frio acelera a formação dessas placas de gordura. Elas aderem às paredes das tubulações e se misturam com restos de alimentos e fios de cabelo, criando grandes bloqueios que dificultam ou até impedem a passagem do esgoto.
Não. De acordo com a coordenadora, azeite de oliva, óleos de girassol, milho e canola, além de gorduras de origem animal, como banha e manteiga, apresentam o mesmo problema quando descartados na pia.
“Independentemente da origem, todos esses produtos possuem composição lipídica e, ao entrarem em contato com as tubulações, sofrem o mesmo processo de solidificação, favorecendo a formação de bloqueios na rede”, afirma.
Além dos transtornos para a população, o descarte irregular também dificulta o tratamento do esgoto em todas as estações do ano. Nos locais de tratamento, a gordura forma uma camada sobre a água que reduz a oxigenação necessária para o processo biológico. Como consequência, há aumento do consumo de energia elétrica, maior necessidade de insumos químicos e mais ações de manutenção para manter o sistema funcionando adequadamente.
A Ambiental Paraná reforça que qualquer quantidade de óleo descartada de forma irregular pode causar danos. O problema acontece de forma cumulativa: pequenas quantidades descartadas diariamente acabam se acumulando e formando grandes obstruções ao longo do tempo. Por isso, o óleo de cozinha não deve ser descartado, em nenhuma hipótese, na pia, no ralo ou no vaso sanitário.
Após o uso, o óleo de cozinha, azeite de oliva e gorduras de origem animal, devem ser armazenados em garrafas PET ou outros recipientes fechados e encaminhados para pontos de coleta ou programas de reciclagem. Além de evitar entupimentos e o retorno de esgoto, a destinação correta permite que o resíduo seja transformado em novos produtos, como sabão e biodiesel, contribuindo também para a preservação do meio ambiente.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti, Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivaí, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 10/jul/2026 -
O município de Pinhalão dará um importante passo na expansão do saneamento básico. As obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário já começaram e, nesta primeira etapa, contemplam a implantação de mais de 11 quilômetros de rede coletora. Com os investimentos, o índice de cobertura de esgoto passará dos atuais 4% para 30%, beneficiando mais de 600 famílias e comércios da cidade. A meta é alcançar 90% da população até 2033.
Para atingir esse objetivo, as obras serão realizadas em três etapas. A primeira será executada em 2026 e elevará a cobertura para 30%. A segunda, prevista para 2030, ampliará esse índice para 85%. Já a terceira etapa, programada para 2033, permitirá alcançar a meta de 90% de cobertura estabelecida para o município.
Neste ano, além da instalação da rede coletora, também serão implantadas estruturas fundamentais para o funcionamento completo do sistema de esgotamento sanitário, entre elas:
• Uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade para tratar até 5 litros por segundo.
• Três estações elevatórias de esgoto, responsáveis por impulsionar o resíduo até a estação de tratamento, superando os desníveis do terreno.
• Mais de 1 quilômetro de linha de recalque, tubulação que transporta o esgoto sob pressão entre diferentes pontos do sistema.
• 85 metros de emissário da ETE, estrutura responsável por conduzir o efluente tratado até o ponto de lançamento, garantindo segurança ambiental.
As obras serão realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de 52 municípios paranaenses, em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Esses investimentos fazem parte do plano de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná executará nos próximos anos no Estado. Desde janeiro de 2024, a empresa opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em municípios da região Centro-Litoral do Paraná e, desde 2025, ampliou sua atuação para outras cidades paranaenses, incluindo Pinhalão.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca a importância da parceria para a universalização do saneamento no Paraná. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos municípios onde atua. Com esta parceria, estamos avançando para tornar o Paraná o primeiro estado brasileiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário”, afirma.
Para Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná, o início das obras representa um importante avanço para a qualidade de vida da população. “A chegada da rede de esgoto é uma transformação histórica para Pinhalão. Estamos levando mais saúde, desenvolvimento e dignidade para a população. Nosso compromisso é realizar as obras com responsabilidade, transparência e excelência, gerando benefícios permanentes para toda a comunidade”, destaca.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 01/jul/2026 -
Projeto mobilizou 200 estudantes da Escola Municipal Máximo Jamur, durante 63 dias, e evitou a contaminação de mais de 52 milhões de litros de água
Tudo começou com um pedido simples: não jogue o óleo na pia. Este desafio mobilizou 200 alunos da Escola Municipal Máximo Jamur, em Guaratuba, que convenceram pais, avós, vizinhos e amigos a destinar o óleo de cozinha usado no ponto de coleta do colégio durante 63 dias. O resultado: 2.089,5 litros de óleo arrecadados, quantidade que deixou de contaminar aproximadamente 52,2 milhões de litros de água. A estimativa considera o cálculo da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), segundo a qual um litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água. Na prática, a mobilização preservou um volume de água suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 20 mil habitantes por duas semanas.
A campanha foi realizada entre os dias 10 de abril e 11 de junho e transformou os estudantes em multiplicadores de boas práticas dentro de casa e na comunidade. Os alunos que mais contribuíram receberam o título de “Herói da Natureza” e foram premiados pelo desempenho na campanha.
Os quatro primeiros que mais arrecadaram foram o Théo, do 2º ano, com 322 litros; Joaquim, também do 2º ano, com 305,5 litros; Henrique, do 4º ano, com 290 litros; e Gabrielly, do Infantil 5, com 231 litros. Juntos, eles arrecadaram mais de 1,1 mil litros de óleo.
Para Raquel de Souza Coelho, a mãe de Théo, o projeto engajou toda a família e amigos. “A campanha é muito bacana porque conscientiza as pessoas sobre a destinação correta do óleo de cozinha. A gente foi buscando óleo em vários lugares. Minha família é de Santa Catarina, então conseguimos com parentes de lá, com familiares aqui de Curitiba e até os meus funcionários entraram na brincadeira e começaram a guardar óleo para ajudar o Théo. Foi uma mobilização de todo mundo”, conta.

A iniciativa faz parte do projeto Corrida De Olho no Óleo, promovido pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 cidades do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. Para Cleverson França, responsável pela área socioambiental da empresa, o projeto superou todas as expectativas. “Sabíamos que os alunos estavam engajados, mas o resultado e a quantidade de óleo arrecadada foram muito além do esperado. Ver estudantes envolvendo todos ao seu redor mostra que a sustentabilidade é possível e começa com pequenas atitudes”, destaca.
Além da arrecadação de óleo, a Ambiental Paraná promoveu um dia de atividades de educação ambiental com os estudantes. A programação incluiu palestras sobre saneamento básico, coleta seletiva, os principais inimigos da rede de esgoto, balneabilidade e os impactos do descarte inadequado de resíduos no meio ambiente. Como parte da iniciativa, a escola também recebeu lixeiras para incentivar a separação correta dos resíduos e fortalecer as práticas de sustentabilidade na rotina dos alunos.
Para Adriele Souza Santos, diretora da Escola Municipal Máximo Jamur, a campanha superou as expectativas ao envolver toda a comunidade. Os próprios funcionários da escola também entraram na corrente do bem e participaram de uma competição interna de arrecadação. “Ficamos muito felizes com o projeto, que ultrapassou os muros da escola e até os limites de Guaratuba. Foi muito bonito ver toda a comunidade envolvida em uma causa tão importante”, destaca.
Sustentabilidade – Além da coleta, os estudantes participaram de atividades de educação ambiental que reforçaram a importância do descarte correto do óleo de cozinha. A campanha também destacou os impactos desse resíduo quando lançado na rede de esgoto, como a formação de bloqueios, entupimentos e extravasamentos, além da contaminação do solo e dos recursos hídricos.
Para Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná, a iniciativa reforça um ciclo sustentável completo. “É um ensinamento fundamental para repassar às crianças, que são multiplicadoras de informação. Com este projeto, mostramos que o óleo coletado de maneira adequada deixa de poluir o meio ambiente e pode se tornar um novo produto”, afirma.
Problema Ambiental – Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a cada quatro litros de óleo consumidos no país, um é descartado inadequadamente. Isso representa mais de 700 milhões de litros ao ano lançados no meio ambiente, impactando o solo, contaminando a água e obstruindo redes de esgoto devido à solidificação da gordura.
Sobre a Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.