Postado por [email protected] em 15/jul/2026 -
Seis anos atrás, uma mudança na legislação brasileira redefiniu os rumos do saneamento básico no país. Em julho de 2020, a atualização do Marco Legal do Saneamento estabeleceu metas inéditas e desafiadoras: garantir que, até 2033, 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e ao tratamento de esgoto.
Para cumprir esse objetivo, a nova legislação também mudou a forma como estados e municípios passaram a enfrentar o desafio, abrindo espaço para novos modelos de gestão, como as Parcerias Público-Privadas (PPPs), capazes de ampliar a capacidade de investimento e acelerar a execução das obras.
No Paraná, esse movimento ganhou forma com a criação da Ambiental Paraná, empresa do grupo Aegea responsável pelos serviços de esgotamento sanitário em 52 municípios que irá atender cerca de 800 mil pessoas por meio de uma PPP com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O estado possui cerca de 77% de cobertura de esgoto, índice que o coloca acima da média nacional, de aproximadamente 62%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A operação da Ambiental Paraná começou em janeiro de 2024 nos 16 municípios da região Centro-Litoral e foi ampliada em maio de 2025 para outros 36 municípios da região Centro-Leste. Das 52 cidades atendidas, 27 iniciaram a concessão sem sistema de coleta de esgoto. Desde então, a concessionária vem promovendo obras, investimentos e ações voltadas à ampliação da infraestrutura e à modernização dos sistemas de esgotamento sanitário.
Resultados da operação até junho de 2026
Para João M. de Lima, morador de Palmital, que recebeu a rede de esgoto pela primeira vez, a transformação já mudou a rotina da família. “Antes a gente dependia da fossa. Quando enchia, era preciso contratar um caminhão de outra cidade para fazer a limpeza. Isso era caro. Agora, graças a Deus, temos rede de esgoto em casa. A gente sabe que isso melhora a saúde, ajuda a preservar o meio ambiente e traz mais qualidade de vida. É uma mudança muito importante para a nossa comunidade”, afirma.
A transformação nas cidades vai além da implantação de novas redes coletoras. Os investimentos também contemplam a modernização de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações Elevatórias (EEEs), com implantação de sistemas de videomonitoramento, telemetria e automação, aquisição de geradores, bombas, equipamentos eletromecânicos e revitalização de unidades operacionais, aumentando a eficiência, a segurança e a confiabilidade dos serviços.
Outra mudança importante foi levar tecnologias antes presentes apenas em grandes centros para municípios de pequeno porte. Com a implantação de sistemas de monitoramento remoto, a Central de Operações da Ambiental Paraná, em Curitiba, passou a acompanhar em tempo real o funcionamento das unidades operacionais, permitindo identificar falhas antecipadamente, agilizar manutenções e aumentar a confiabilidade de todo o sistema de esgotamento sanitário.
O saneamento também ultrapassa as obras de infraestrutura. A Ambiental Paraná desenvolve iniciativas voltadas à educação ambiental, capacitação profissional, sustentabilidade e relacionamento com as comunidades onde atua.
Entre os principais programas estão:
Um dos beneficiados pelas ações de capacitação é Eleandro Rodrigues de Souza, de 41 anos, que participou do Curso de Preparação de Encanadores em Guaratuba e passou a utilizar os conhecimentos adquiridos para ampliar sua renda. “Trabalho com manutenção predial e o serviço de hidráulica acabou se tornando uma necessidade no meu dia a dia. Fazer o curso foi de grande valia, consegui esclarecer dúvidas e aprender muito. Agora, posso levar esse conhecimento para os meus clientes e executar os serviços da maneira correta, buscando sempre crescer profissionalmente”, comemora.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti, Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivaí, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 13/jul/2026 -
Muita gente sabe que jogar óleo de cozinha na pia causa inúmeros problemas para o meio ambiente e para a rede de esgoto. O que pouca gente sabe é que, no inverno, esse hábito pode causar problemas muito mais rapidamente. Com as baixas temperaturas, o óleo endurece quase imediatamente ao entrar na tubulação, formando placas de gordura próximas às residências e aumentando consideravelmente o risco de retorno de esgoto para pias, ralos e vasos sanitários.
Segundo Elaine Chagas Silva Moreira, Coordenadora da Central de Controle de Operações da Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário de 52 municípios paranaenses em Parceria Público-Privada com a Sanepar, o frio acelera a formação dessas placas de gordura. Elas aderem às paredes das tubulações e se misturam com restos de alimentos e fios de cabelo, criando grandes bloqueios que dificultam ou até impedem a passagem do esgoto.
Não. De acordo com a coordenadora, azeite de oliva, óleos de girassol, milho e canola, além de gorduras de origem animal, como banha e manteiga, apresentam o mesmo problema quando descartados na pia.
“Independentemente da origem, todos esses produtos possuem composição lipídica e, ao entrarem em contato com as tubulações, sofrem o mesmo processo de solidificação, favorecendo a formação de bloqueios na rede”, afirma.
Além dos transtornos para a população, o descarte irregular também dificulta o tratamento do esgoto em todas as estações do ano. Nos locais de tratamento, a gordura forma uma camada sobre a água que reduz a oxigenação necessária para o processo biológico. Como consequência, há aumento do consumo de energia elétrica, maior necessidade de insumos químicos e mais ações de manutenção para manter o sistema funcionando adequadamente.
A Ambiental Paraná reforça que qualquer quantidade de óleo descartada de forma irregular pode causar danos. O problema acontece de forma cumulativa: pequenas quantidades descartadas diariamente acabam se acumulando e formando grandes obstruções ao longo do tempo. Por isso, o óleo de cozinha não deve ser descartado, em nenhuma hipótese, na pia, no ralo ou no vaso sanitário.
Após o uso, o óleo de cozinha, azeite de oliva e gorduras de origem animal, devem ser armazenados em garrafas PET ou outros recipientes fechados e encaminhados para pontos de coleta ou programas de reciclagem. Além de evitar entupimentos e o retorno de esgoto, a destinação correta permite que o resíduo seja transformado em novos produtos, como sabão e biodiesel, contribuindo também para a preservação do meio ambiente.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti, Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivaí, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 10/jul/2026 -
O município de Pinhalão dará um importante passo na expansão do saneamento básico. As obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário já começaram e, nesta primeira etapa, contemplam a implantação de mais de 11 quilômetros de rede coletora. Com os investimentos, o índice de cobertura de esgoto passará dos atuais 4% para 30%, beneficiando mais de 600 famílias e comércios da cidade. A meta é alcançar 90% da população até 2033.
Para atingir esse objetivo, as obras serão realizadas em três etapas. A primeira será executada em 2026 e elevará a cobertura para 30%. A segunda, prevista para 2030, ampliará esse índice para 85%. Já a terceira etapa, programada para 2033, permitirá alcançar a meta de 90% de cobertura estabelecida para o município.
Neste ano, além da instalação da rede coletora, também serão implantadas estruturas fundamentais para o funcionamento completo do sistema de esgotamento sanitário, entre elas:
• Uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), com capacidade para tratar até 5 litros por segundo.
• Três estações elevatórias de esgoto, responsáveis por impulsionar o resíduo até a estação de tratamento, superando os desníveis do terreno.
• Mais de 1 quilômetro de linha de recalque, tubulação que transporta o esgoto sob pressão entre diferentes pontos do sistema.
• 85 metros de emissário da ETE, estrutura responsável por conduzir o efluente tratado até o ponto de lançamento, garantindo segurança ambiental.
As obras serão realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de 52 municípios paranaenses, em parceria com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
Esses investimentos fazem parte do plano de aproximadamente R$ 2 bilhões que a Ambiental Paraná executará nos próximos anos no Estado. Desde janeiro de 2024, a empresa opera os serviços de coleta e tratamento de esgoto em municípios da região Centro-Litoral do Paraná e, desde 2025, ampliou sua atuação para outras cidades paranaenses, incluindo Pinhalão.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca a importância da parceria para a universalização do saneamento no Paraná. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos municípios onde atua. Com esta parceria, estamos avançando para tornar o Paraná o primeiro estado brasileiro a universalizar o acesso ao esgotamento sanitário”, afirma.
Para Priscila Marchini, diretora-presidente da Ambiental Paraná, o início das obras representa um importante avanço para a qualidade de vida da população. “A chegada da rede de esgoto é uma transformação histórica para Pinhalão. Estamos levando mais saúde, desenvolvimento e dignidade para a população. Nosso compromisso é realizar as obras com responsabilidade, transparência e excelência, gerando benefícios permanentes para toda a comunidade”, destaca.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 01/jul/2026 -
Projeto mobilizou 200 estudantes da Escola Municipal Máximo Jamur, durante 63 dias, e evitou a contaminação de mais de 52 milhões de litros de água
Tudo começou com um pedido simples: não jogue o óleo na pia. Este desafio mobilizou 200 alunos da Escola Municipal Máximo Jamur, em Guaratuba, que convenceram pais, avós, vizinhos e amigos a destinar o óleo de cozinha usado no ponto de coleta do colégio durante 63 dias. O resultado: 2.089,5 litros de óleo arrecadados, quantidade que deixou de contaminar aproximadamente 52,2 milhões de litros de água. A estimativa considera o cálculo da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), segundo a qual um litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água. Na prática, a mobilização preservou um volume de água suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 20 mil habitantes por duas semanas.
A campanha foi realizada entre os dias 10 de abril e 11 de junho e transformou os estudantes em multiplicadores de boas práticas dentro de casa e na comunidade. Os alunos que mais contribuíram receberam o título de “Herói da Natureza” e foram premiados pelo desempenho na campanha.
Os quatro primeiros que mais arrecadaram foram o Théo, do 2º ano, com 322 litros; Joaquim, também do 2º ano, com 305,5 litros; Henrique, do 4º ano, com 290 litros; e Gabrielly, do Infantil 5, com 231 litros. Juntos, eles arrecadaram mais de 1,1 mil litros de óleo.
Para Raquel de Souza Coelho, a mãe de Théo, o projeto engajou toda a família e amigos. “A campanha é muito bacana porque conscientiza as pessoas sobre a destinação correta do óleo de cozinha. A gente foi buscando óleo em vários lugares. Minha família é de Santa Catarina, então conseguimos com parentes de lá, com familiares aqui de Curitiba e até os meus funcionários entraram na brincadeira e começaram a guardar óleo para ajudar o Théo. Foi uma mobilização de todo mundo”, conta.

A iniciativa faz parte do projeto Corrida De Olho no Óleo, promovido pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 cidades do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. Para Cleverson França, responsável pela área socioambiental da empresa, o projeto superou todas as expectativas. “Sabíamos que os alunos estavam engajados, mas o resultado e a quantidade de óleo arrecadada foram muito além do esperado. Ver estudantes envolvendo todos ao seu redor mostra que a sustentabilidade é possível e começa com pequenas atitudes”, destaca.
Além da arrecadação de óleo, a Ambiental Paraná promoveu um dia de atividades de educação ambiental com os estudantes. A programação incluiu palestras sobre saneamento básico, coleta seletiva, os principais inimigos da rede de esgoto, balneabilidade e os impactos do descarte inadequado de resíduos no meio ambiente. Como parte da iniciativa, a escola também recebeu lixeiras para incentivar a separação correta dos resíduos e fortalecer as práticas de sustentabilidade na rotina dos alunos.
Para Adriele Souza Santos, diretora da Escola Municipal Máximo Jamur, a campanha superou as expectativas ao envolver toda a comunidade. Os próprios funcionários da escola também entraram na corrente do bem e participaram de uma competição interna de arrecadação. “Ficamos muito felizes com o projeto, que ultrapassou os muros da escola e até os limites de Guaratuba. Foi muito bonito ver toda a comunidade envolvida em uma causa tão importante”, destaca.
Sustentabilidade – Além da coleta, os estudantes participaram de atividades de educação ambiental que reforçaram a importância do descarte correto do óleo de cozinha. A campanha também destacou os impactos desse resíduo quando lançado na rede de esgoto, como a formação de bloqueios, entupimentos e extravasamentos, além da contaminação do solo e dos recursos hídricos.
Para Priscila Marchini, Diretora-presidente da Ambiental Paraná, a iniciativa reforça um ciclo sustentável completo. “É um ensinamento fundamental para repassar às crianças, que são multiplicadoras de informação. Com este projeto, mostramos que o óleo coletado de maneira adequada deixa de poluir o meio ambiente e pode se tornar um novo produto”, afirma.
Problema Ambiental – Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a cada quatro litros de óleo consumidos no país, um é descartado inadequadamente. Isso representa mais de 700 milhões de litros ao ano lançados no meio ambiente, impactando o solo, contaminando a água e obstruindo redes de esgoto devido à solidificação da gordura.
Sobre a Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 22/jun/2026 -
Na última quinta-feira (18), alunos do 5º ano da Escola Municipal do Campo Sagrada Família em Pitanga, participaram de uma ação de educação ambiental com o plantio de 10 mudas de espécies nativas do Paraná. Entre as árvores plantadas estão a própria pitanga e a jabuticaba, ambas espécies tradicionais do Estado.
A iniciativa foi promovida pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgoto em Pitanga e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. A proposta foi proporcionar aos estudantes uma experiência prática sobre preservação ambiental e a importância da vegetação para a proteção dos recursos hídricos.
As árvores exercem papel importante na infiltração da água da chuva, ajudam a reduzir processos erosivos, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.
“Realizar esse plantio em uma escola é significativo porque permite que os alunos acompanhem o crescimento das árvores e compreendam, na prática, a importância da preservação ambiental. Cada muda plantada hoje representa um investimento no futuro, promovendo mais biodiversidade, qualidade ambiental e conscientização. Esperamos que essa ação inspire os estudantes e toda a comunidade a se tornarem agentes de transformação”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 18/jun/2026 -
Mais de 20 crianças e adolescentes de Tijucas do Sul participaram do plantio de mudas frutíferas, dentro da comemoração ao mês do meio ambiente, nesta quarta-feira (17). Entre as espécies plantadas estão pitanga, ingá-macaco, araçá, guabiroba e cerejeira-do-mato, árvores que fazem parte da Mata Atlântica, bioma presente na região.
A ação de educação ambiental faz parte do calendário educativo do Núcleo CEIA – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, em Tijucas do Sul, município conhecido pelas suas riquezas naturais. A atividade foi realizada com educandos dos períodos da manhã e da tarde, em uma experiência prática de conscientização e cuidado com o meio ambiente.
“A educação ambiental é extremamente importante, ainda mais com crianças e adolescentes de Tijucas do Sul, uma cidade com inúmeras riquezas naturais, riachos, mananciais e cachoeiras. Com a chegada do esgotamento sanitário na cidade, ações como essa reforçam o cuidado que devemos ter com o meio ambiente em diferentes frentes, garantindo a preservação dos recursos hídricos e o bom funcionamento da rede de esgoto. São ensinamentos que permanecem por toda a vida e podem gerar impactos positivos para a cidade por gerações”, afirma Angelica Lara Pereira da Silva, responsável pelo setor de Meio Ambiente da Ambiental Paraná.
A empresa é responsável pela gestão do esgoto em Tijucas do Sul e outras 51 cidades do Estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar. Mais do que o plantio, a proposta foi estimular a reflexão sobre a importância da preservação ambiental e da proteção dos recursos hídricos na cadeia de sustentabilidade.
O Paraná possui cerca de 5,8 milhões de hectares de florestas naturais, o que representa aproximadamente 29% do território paranaense. As árvores exercem papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois suas raízes evitam a erosão dos solos, filtram os poluentes, contribuem para a recarga dos lençóis freáticos e auxiliam na proteção de rios e nascentes.

A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/jun/2026 -
As obras de implantação da rede de esgoto em Tijucas do Sul avançam para uma nova fase. Com os primeiros 17 quilômetros de tubulação já instalados, o município alcançou cerca de 60% da primeira etapa do projeto, que levará rede coletora de esgoto pela primeira vez na história para a cidade. Em junho, as obras seguem para o Centro e Vilas Cubas.
Com a conclusão dos nove quilômetros restantes, prevista para setembro, Tijucas do Sul alcançará 40% de cobertura de rede de esgoto, permitindo que mais de 1.500 famílias e comércios se conectem ao sistema. A meta é atingir 90% de cobertura até 2033.
Nestes próximos bairros, a implementação exigirá maior complexidade operacional devido à profundidade das escavações, razão pela qual é necessário manter atenção redobrada à sinalização do local das obras. Em paralelo ao avanço da rede, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já está na fase das fundações e a construção das Estações Elevatórias de Esgoto tem previsão de início na segunda quinzena de junho.
As obras são realizadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto de Tijucas e outras 51 cidades paranaenses, em parceria com a Sanepar.
“Grande parte desta obra está sendo executada por meio do Método Não Destrutivo (MND), que reduz impactos urbanos. Porém, em alguns trechos encontramos solos mais firmes e presença de rochas, o que exige escavações convencionais. Nos pontos mais profundos, essa possibilidade aumenta, e por isso teremos operações mais complexas e cuidados redobrados”, afirma Daline da Silva Mendes, supervisora de Engenharia da Ambiental Paraná.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/jun/2026 -
Investimentos da Sanepar em parceria com a Ambiental Paraná incluem implantação de redes coletoras, estações elevatórias e novas Estações de Tratamento de Esgoto nos dois municípios
As cidades de Sabáudia e Santa Amélia, localizadas no Norte do Paraná, receberão investimentos para a ampliação dos sistemas de esgotamento sanitário, alcançando 90% de cobertura até 2033. Ao todo, serão implantados mais de 76 quilômetros de rede coletora em Sabáudia e 23 quilômetros em Santa Amélia. Além das redes, também serão construídas estruturas essenciais para o funcionamento completo dos sistemas, como estações elevatórias, linhas de recalque e estações de tratamento de esgoto.
As obras serão executadas pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão do esgotamento sanitário das duas cidades e de outros 50 municípios paranaenses, em parceria com a Sanepar. Os investimentos fazem parte do plano de aproximadamente R$ 2 bilhões que será aplicado nos 52 municípios atendidos.
Sabáudia – As obras acontecerão em duas etapas. Na primeira, a cidade alcançará 70% de cobertura até 2027. Na segunda, alcançará a meta de 90% até 2033. O projeto contempla cerca de 76 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de três mil famílias e comércios.
Para garantir o funcionamento completo do sistema, também serão implementadas quatro estações elevatórias de esgoto (estruturas responsáveis por bombear o esgoto em locais onde o terreno apresenta desníveis), 4,3 quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado pelas elevatórias) e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
Santa Amélia – As obras permitirão que o município alcance 90% de cobertura de esgotamento sanitário até 2027. Para atingir essa meta, serão implantados cerca de 23 quilômetros de rede coletora, que vão beneficiar mais de mil famílias e comércios.
O projeto também contempla a construção de duas estações elevatórias de esgoto (responsáveis por impulsionar o esgoto em trechos com desnível), dois quilômetros de linha de recalque (tubulações que transportam o esgoto bombeado), 2,5 quilômetros de interceptores (grandes tubulações que recebem o esgoto de redes menores e o conduzem até o tratamento) e uma nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, ressalta que a companhia foi pioneira ao adotar o modelo de parceria público-privada para acelerar a universalização do saneamento no Paraná. “A Sanepar já universalizou o acesso à água tratada, atendendo 100% da população nos municípios em que atua. Com esta parceria, o Paraná tem todas as condições para se tornar o primeiro estado do Brasil a universalizar também o acesso ao esgotamento sanitário”, afirma.
Para a diretora-presidente da Ambiental Paraná, Priscila Marchini, os investimentos representam mais qualidade de vida, saúde e desenvolvimento para os moradores. “A ampliação dos sistemas de esgoto em Santa Amélia e Sabáudia representa um avanço importante para o desenvolvimento sustentável dos municípios, contribuindo diretamente para a preservação ambiental, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida. Estamos preparados para conduzir esse processo com responsabilidade e eficiência. Contamos com o engajamento da população para realizar as ligações à rede, uma responsabilidade compartilhada que fortalece a saúde pública e o cuidado com o meio ambiente”, destaca.
Ações Sociais
Além das obras de infraestrutura, a Ambiental Paraná desenvolverá ações sociais e programas de educação ambiental nos dois municípios. Entre eles está o programa De Olho no Óleo, que orienta a população sobre o descarte correto do óleo de cozinha usado e sua transformação em sabão, promovendo consciência ambiental e geração de renda.
Também serão oferecidos cursos de capacitação para encanadores, preparando moradores para atuar na realização de interligações prediais à rede coletora e em pequenos serviços do setor.
As equipes da concessionária ainda promoverão ações porta a porta para conscientizar a população sobre a importância da conexão dos imóveis à rede de esgoto, além da formação de agentes socioambientais para multiplicação de informações relacionadas à saúde pública, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
As iniciativas buscam aproximar a comunidade dos benefícios proporcionados pelo saneamento básico, incluindo a redução de doenças, a valorização imobiliária, a preservação dos recursos hídricos e o fortalecimento do desenvolvimento econômico local.
Sobre Ambiental Paraná
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Rio Branco do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, General Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 09/jun/2026 -
Boas práticas começam dentro de casa e, muitas vezes, pelas crianças. Mais de 150 alunos da Escola Municipal Máximo Jamur, no balneário de Caieiras, em Guaratuba, participam da Corrida de Olho no Óleo, ação que incentiva a arrecadação de óleo de cozinha usado e promove a sensibilização sobre o descarte correto do material junto às famílias e comunidades.
A gincana é uma iniciativa da Ambiental Paraná, empresa responsável pelo sistema de esgotamento sanitário de Guaratuba e outras 51 cidades do estado, em Parceria Público-Privada com a Sanepar, e faz parte das comemorações do Junho Verde, mês de conscientização ambiental. Até o momento foram coletados mais de 400 litros de óleo – volume que, se eventualmente não fosse descartado de forma correta, poderia contaminar até 10 milhões de litros de água, segundo estimativa da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove).
A arrecadação do óleo usado irá até o dia 11 de junho. O estudante que arrecadar o maior volume de óleo ganhará um tablet e o título de ‘Herói da Natureza’. Durante dois meses, os estudantes recolheram o óleo usado em casa, com familiares, vizinhos e até comércios próximos, e levaram até o ponto de coleta instalado dentro da escola, evitando que fosse, eventualmente, despejado no sistema de esgoto.
“Quando trabalhamos educação ambiental com crianças, percebemos um efeito multiplicador ainda mais forte. Elas levam o aprendizado para dentro de casa, conversam com os pais, incentivam familiares e até vizinhos a mudarem hábitos. A sensibilização ambiental passa pela informação e pelo envolvimento da comunidade, e as crianças têm um papel fundamental nesse processo porque se tornam nossos porta-vozes”, afirma Cleverson França, responsável pela área socioambiental da Ambiental Paraná.
O projeto também contribui para orientar os alunos sobre a utilização correta da rede de esgoto. Isso porque a escola fica localizada no balneário de Caieiras, que acabou de receber mais de três quilômetros de rede coletora de esgoto e agora a novidade faz parte do dia a dia de muitas famílias. “O projeto vai além do aprendizado em sala de aula. É também uma ação de sensibilização e responsabilidade compartilhada sobre o bom uso da nova rede de esgoto no bairro. Além de incentivar o descarte correto do óleo de cozinha usado, a iniciativa reforça a importância da preservação ambiental e da balneabilidade das praias, contribuindo para a proteção da biodiversidade local e para a manutenção de um litoral mais limpo e saudável para toda a comunidade”, conclui Cleverson.
Os projetos de sensibilização ambiental vão além do óleo de cozinha. Segundo a Ambiental Paraná, resíduos que poderiam ser reciclados também acabam descartados incorretamente na rede de esgoto. Somente nos quatro primeiros meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 17 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes.
Entre os materiais encontrados, estão plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.
Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo até para dentro das próprias residências, gerando incômodo para os moradores e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.
A relação entre saneamento e saúde pública também aparece nos indicadores. O Brasil registrou cerca de 344 mil internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado (DRSAI) em 2024, segundo dados do DATASUS.
Os avanços rumo à universalização do saneamento impactam diretamente a população, a partir da melhoria da qualidade de vida e da redução de doenças associadas à falta de saneamento adequado. De acordo com um estudo do Instituto Trata Brasil, a ampliação do acesso aos serviços deve reduzir em 86.760 o número de internação por DRSAI no país. Considerando que o custo médio de internação foi de R$ 506,32 em 2024, isso representaria uma economia de R$ 43,9 milhões por ano aos cofres públicos.
A Ambiental Paraná é uma empresa da Aegea Saneamento, líder no setor privado de saneamento básico no Brasil, e responsável, desde janeiro de 2024, pela operação dos serviços de coleta e tratamento de esgoto, incluindo as atividades de execução de obras, operação, manutenção, ampliações, melhorias e implantações em 52 cidades do estado, por meio da Parceria Público Privada com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ela é responsável pelo atendimento de 16 municípios da região Centro-Litoral do Paraná e por outros 36 municípios da região Centro-Leste. Ao lado da Sanepar, a Ambiental Paraná atuará promovendo o acesso à coleta e tratamento de esgoto de 90% da população das duas regiões, beneficiando mais de 800 mil pessoas até 2033.
Os municípios atendidos na região Centro-Litoral são: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Tijucas do Sul, Piên, Quitandinha, Rio Negro e Tijucas do Sul. Os municípios atendidos na região Centro-Leste são: Arapuã, Ariranha do Ivaí, Borrazópolis, Cafeara, Campina do Simão, Congonhinhas, Cruzmaltina, Cruz Machado, Espigão Alto do Iguaçu, Fernandes Pinheiros, Foz do Jordão, = Carneiro, Goioxim, Grandes Rios, Guaraci, Ibaiti Itaguajé, Jaboti, Jardim Alegre, Lupianópolis, Marquinho, Nova Tebas, Palmital, Pinhalão, Pinhão, Pitanga, Porto Vitória, Rancho Alegre, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Ivai, Sabáudia, Santa Amélia, Santa Maria do Oeste, São Pedro do Ivaí, Teixeira Soares e Turvo.
Postado por [email protected] em 15/maio/2026 -
Ambiental Paraná retirou 91 toneladas de materiais indevidos das estações de tratamento de esgoto em apenas quatro meses
Nos primeiros quatro meses de 2026, mais de 91 toneladas de resíduos descartados irregularmente foram retiradas de Estações de Tratamento de Esgoto em 18 cidades do Paraná. Juntos, estes municípios somam pouco mais de 350 mil habitantes, entre eles Fazenda Rio Grande, Guaratuba e Morretes. Um recorte que ajuda a dimensionar o desafio que a sociedade brasileira ainda tem sobre a importância do tratamento do esgoto na vida de todo o cidadão.
Nas estações, foram encontrados materiais como plásticos, panos, embalagens, fios, cotonetes, lenços umedecidos e outros itens que deveriam ser encaminhados para reciclagem ou para a coleta convencional.
Além de comprometer e sobrecarregar o funcionamento do sistema de esgotamento sanitário, o descarte incorreto pode causar entupimentos, extravasamentos e refluxo – inclusive para dentro das próprias residências –, aumento dos custos operacionais e danos aos equipamentos utilizados no tratamento do esgoto.
O levantamento foi realizado pela Ambiental Paraná, empresa responsável pela gestão de esgoto em 52 municípios paranaenses por meio de uma Parceria Público-Privada com a Sanepar. Os números entram em evidência na semana em que é celebrado, em 17 de maio, o Dia Mundial da Reciclagem.
“Se por um lado temos um avanço do tratamento de esgoto em todo o país com a chegada do Marco Legal do Saneamento, por outro temos o desafio de sensibilizar as pessoas com acesso às conexões de que o resultado deste projeto só se consolidará se toda a cadeia for completa, pois estamos diante de responsabilidade compartilhada entre poder público, empresas parceiras e a população, onde todos exercem um papel fundamental para que o saneamento seja uma realidade funcional na vida de todos”, analisa Cleverson França, responsável pela área de responsabilidade social da Ambiental Paraná.
Para o executivo, grande parte dos resíduos encontrados nas estações poderia ter recebido a destinação correta sem passar pela rede de esgoto. “Quando esses materiais são descartados de forma inadequada, eles acabam prejudicando e sobrecarregando toda a operação do sistema, desde a coleta até o tratamento”, explica.
No levantamento realizado pela Ambiental Paraná, itens como plástico, óleo de cozinha, tecidos, cabelo, fio dental, absorventes e lenços umedecidos estão entre os materiais mais encontrados nas unidades. Embora sejam itens pequenos, o acúmulo gera toneladas de resíduos mensalmente.
“É importante reforçar que a rede foi projetada exclusivamente para receber esgoto. Resíduos sólidos precisam ser destinados corretamente, seja para reciclagem, coleta convencional ou pontos específicos de descarte”, completa Cleverson.
A Ambiental Paraná reforça que atitudes simples da população podem contribuir diretamente para a preservação ambiental e para o bom funcionamento do sistema de esgotamento sanitário. Materiais recicláveis, por exemplo, devem ser separados para a coleta seletiva, enquanto óleo de cozinha, medicamentos e resíduos específicos precisam ser encaminhados para locais apropriados de descarte.
Cinco atitudes que as pessoas devem exercitar e assim contribuir com o tratamento do esgoto que passa por sua residência:
Cinco pontos os quais as pessoas jamais devem fazer frente ao esgoto tratado que é ligado à sua residência: